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“He sides with black, White pride and mexican “

“Tribes At War”
(with Damian Marley)
(feat. K’naan)

” (…) [Verse 2 – K’Naan]
I drink poison
Then I vomit diamonds
I gave you mandela, black dalai lamas
I gave you music
You enthused in my kindness
So how dare you reduce me to donny imus
Timeless in case we never been acquainted
Flyness who made it
It gets duplicated
Mindless violence
Well let me try to paint it
Here’s the 5 steps
In hopes to explain it
One!
Its me and my nation against the world
Two!
Then me and my clan against the nation
Three!
Then me and my fam’ against the clan
Four!
Then me and my brother we no hesitation
Uh!
Go against the fam’ until they cave in
Five!
Now who’s left in this deadly equation?
That’s right, it’s me against my brother
Then we point a kalashnikov
And kill one another

[Chorus 3 – Jr. Gong x2]
Tribal war
We nuh want no more a dat
Everyone deserve to earn
And every child deserve to learn

Tribal war
A nuh dat we a defend
Every man deserve a turn
Like a flame deserve to burn
(…) “

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The Green Gangster – Shovel Love

"What? I want to add some flame. 
I want us all to become evolutionary
renegades, gangsters, gangster gardeners. 
We have got to change the meaning 
on what a gangster is. 
If you aren’t a gardener, you aren’t a gangster. 
Be a gangster with your shovel 
and let it be your weapon. "

The Green Gangster.

 

 

 

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Prof. Maria José e Companhia.

Este é o melhor poema que alguma vez terei hipótese de passar o coração em cima. Não pelas palavras, não pelas frases, não por nada do que está à vista de qualquer um… A verdade é que a intencionalidade e o carinho ternurento com que foram proferidas (a que eu tive oportunidade de presenciar, tendo-a do meu lado) fizeram de mim o que sou hoje. Espero que faça de vocês melhores pessoas, melhores Almas, melhores VOCÊS. Foi no final do meu 12º Ano. Foi o início da caminhada livre que é a minha vida. Espero que em momentos de pouca luz vos sirva de guia. A mim serviu. A mim abriu-me os olhos para qualquer réstia de luz, fechou-me a Alma para qualquer imensa escuridão… Eu peguei nele passados 4 anos, quando tudo parecia perdido, quando eu me encontrava sem destino ou rumo. Deu-me ânimo eterno, deu-me a paz de que precisava… Assim como outras coisas na vida. Obrigado Poyel por teres surgido pouco depois… :3

____

Horas de mágicos cansaços,

Uma saudade nova em nosso peito mora

O Sol lá fora ainda brilha…

Chama-te, tentando secar a chuva que de ti se derrama…

Escuta o silêncio do aroma da terra molhada pelo teu pranto que a fecunda,

Deixando-a prenhe de cores…

Despoja-te das vestes que te oprimem e percorre os campos.

Envolve-te com a Terra, funde-te com ela que te abraça, qual amante em tempo de amor feliz…

Entende, agora, os murmúrios, as palavras que a Terra te segredou…

O Sol…

Ergue-te por mais um dia que passou…

Amanhã, o Sol brilhará de novo… e de novo chamará por ti.

Tudo se renova sempre, num ciclo silencioso e calmo…

Tens uma outra estrada iluminada para trilhar

E no quadro que vais pintar, se depressa o perceberes,

És tu quem traça o rascunho, escolhes as cores que quiseres.

Trazes dentro de ti a Liberdade como um Destino…

Entre nenúfares de Serenidade

O Destino não se esconde atrás de uma porta qualquer

Tens de o saber procurar e merecer

Porque este íntimo, secreto

Nobre silêncio concreto,

Este oferecer-se de dentro

num esgotamento completo,

este ser-se sem disfarce,

este dar-se, este entregar-se,

descobrir-se,

É TEU, de mais ninguém…

12 de Setembro de 2008

OS PROFESSORES DO IPSB

Pervertida II

To read… or not to be…

Devaneadora de Ideias

Está olhando no espelho. Há um longo tempo costuma fazer isso.

“Quem és tu?”

Cerra os olhos. Ao abri-los, seu olhar melancólico deu lugar ao da frieza.

Inicia o ritual: Escova os longos fios; Maquia-se e em minutos, torna-se ainda mais deslumbrante. Declara, pois, triunfante:

“Essa és tu!”

Toque na porta.

– Serviço de quarto!

Ela sorri maleficamente. Eis a sua primeira vítima do dia.

Abre a porta; estava usando seu hobby preto transparente. O jovem rapaz ao vê-la, profere um cumprimento tão euforicamente que tropeça nas palavras:

– Bo bom di dia seu manhã café Senhorita.

 “Entre”

Com certa dificuldade ele colocou-se para dentro. Nesse meio tempo ela fecha a porta e abre seu hobby, deixando seu belo e escultural corpo a mostra. O rapaz ao virar-se fica imóvel. Seu rosto queima de excitação.

Ela se aproxima como uma fera prestes a devorar sua presa, joga todo o café…

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Apresentação do Presente não-ausente

Aquilo que sou nunca dependeu de outrém.

O que sou dependeu sempre de um “trem”,

Um comboio de Luz que cedo começou a rodopiar

dentro de uma alma sempre a arrepiar,

Um comboio que sempre quis

Aquilo que noutras vidas não fiz.

 

É estranho…

 

Passar o dia todo com epifanias e rimas cujo único sentido é o da vida,

Cujo único sentido é o da felicidade por amar e ser amado.

À Família, essa, devo tanto como ao meu santo, Poyel,

Um dos que reina nas alturas e cujaessência

Perdura dentro daqueles que protege.

É assim a vida daquele cuja missão é salvar.

Cada um é o que é… cada coisa é uma coisa…

A Astrologia é “apenas” estrelas e planetas,

A Numerologia “apenas” números,

A Filosofia “apenas” pensamentos,

E a Verbalização a missão

de quem pensa não “apenas” com o coração.

Jl&JtP

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“Mas são as quedas que ensinam a cultivar o nosso amor”

Leve com Você Natiruts

Leve com você
Só o que foi bom
Ódio e rancor
Não dão em nada
Nada

Ouço aquele som
Lembro de você
Como acabou
Mas não tem nada não
Só guardo o que foi bom
No meu coração
O amor é como o sol
Sabe como renascer

Sinto o calor
De mais um verão
Tudo ganha cor
E de nada vai valer
Lamentar a dor
Nós temos que
Seguir em frente
A vida não parou
Vai ser difícil esquecer
Tudo o que passou
Mas são as quedas
Que ensinam a cultivar o nosso amor

Pensar no nosso futuro
Pensar no nosso futuro
Ser feliz

O pano cai, o medo vem, o corpo treme e sente o chão

“Estuque” – Linda Martini


Olhas como que através de mim, cada fissura, imperfeição.
Olhas como se eu não estivesse aqui e fazes-me duvidar se tens razão.
É que hoje o estuque caiu e ninguém varreu o chão.

O pano cai, o medo vem, o corpo treme e sente o chão.

Por tanto quereres o que não tens a voz é surda atrás da mão.